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Matriz para hotéis-fazenda é discutida em Cuiabá

Oficina que discute as matrizes da nova classificação hoteleira acontece hoje e amanhã
  • Publicado: Terça, 30 de Março de 2010, 00h17
  • Última atualização em Terça, 30 de Março de 2010, 12h12

Mais de 40% dos entrevistados na pesquisa Hábitos de Consumo, lançada no ano passado pelo Ministério do Turismo (MTur), afirmaram que associam turismo com descanso e tranqüilidade. Além disso, a viagem ao campo foi citada como a segunda preferência nos destinos do Brasil. É pensando no bem-estar do turista que o MTur promove hoje (30) e amanhã (31), em Cuiabá (MT), uma oficina que definirá as matrizes da nova classificação hoteleira para hotéis-fazenda.

Representantes de operadoras de serviços turísticos, sindicatos, associações, estudantes e empresários vão sugerir os quesitos de infraestrutura, serviço, sustentabilidade e bases legais para definir a classificação do segmento, que será feita em estrelas.

Esse é o terceiro, de uma série de oito encontros promovidos pelo MTur. As matrizes para hotéis urbanos e resorts estão abertas para consulta pública e sugestões no portal do Ministério do Turismo .

Ainda serão desenvolvidas novas matrizes para os segmentos hotel histórico; hotel de selva; pousada; cama-e-café; e flat. Os empresários que quiserem classificar seus empreendimentos deverão preencher uma declaração de fornecedor. Antes de o documento ser registrado no Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade, haverá uma auditoria no meio de hospedagem.

Atenção ao consumidor

O assunto não interessa apenas a empresários e prestadores de serviço. Para Rosiane Rockenback, coordenadora geral de Serviços Turísticos do MTur, a classificação é importante principalmente para o turista. “A padronização facilitará que o turista tenha definições e mais informações sobre o meio de hospedagem que deseja utilizar.”

Para tanto, foi assinado o Acordo de Cooperação entre Sociedade Brasileira de Metrologia (SBM), o Inmetro e MTur. Apesar da não-obrigatoriedade, o Comitê Olímpico Internacional (COI) e a Fifa exigem um modelo de classificação com maior abrangência, em função dos eventos esportivos que o Brasil receberá.
 

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