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Encontro discute estratégias e ações para a roteirização de destinos turísticos

Iniciativa pretende consolidar cinco rotas integradas em todas as regiões brasileiras
  • Publicado: Quinta, 03 de Setembro de 2009, 21h03
  • Última atualização em Sexta, 04 de Setembro de 2009, 09h02

Na manhã desta sexta-feira (4), gestores públicos e representantes da iniciativa privada apresentam, na sede do Sebrae Nacional, em Brasília (DF), um diagnóstico de roteiros turísticos integrados das 5 regiões brasileiras. O encontro é mais uma ação da Rede de Cooperação Técnica para a Roteirização do Turismo.

A Rede, formada em 2005, tem como objetivo criar roteiros interestaduais que estimulem à interiorização e o fomento do setor no país. A cada edição, cinco novos roteiros integrados são lançados.

O projeto se encontra na 2ª. Edição e é dividido em várias etapas, como: planejamento; fortalecimento e lançamento do produto no mercado.

Veja os roteiros que compõem a segunda edição:

- Civilização da Cana de Açúcar (Nordeste: Pernambuco, Alagoas e Paraíba);
- Rota 174 (Norte: Amazonas e Roraima);
- Travessia do Pantanal (Centro-Oeste: Mato Grosso e Mato Grosso do Sul);
- Roteiro integrado da Região Sudeste (Sudeste: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo);
- Aparados da Serra (Sul: Santa Catarina e Rio Grande do Sul).

Durante todo o dia, os representantes de cada roteiro apresentarão os principais desafios a serem vencidos, os produtos que poderão ser oferecidos aos visitantes, além de estratégias para o fortalecimento turístico dos destinos.

De acordo com Alessandro Dias de Castro, técnico de segmentação do Ministério do Turismo (MTur), “as ações da Rede contribuem principalmente para o descobrimento do turismo, com a divulgação das riquezas culturais e naturais brasileiras”.

Castro explica, ainda, que a roteirização reúne diversos destinos em um único produto. Com isso, é desenvolvido um poder de atração turística maior do que cada destino apresentaria isoladamente.

Ainda segundo o técnico, outra vantagem dos roteiros integrados é o aumento do tempo de permanência do turista. “Ao permanecer por mais tempo, o visitante também gastará mais, o que acaba gerando mais negócios e estimulando toda a cadeia produtiva”, acrescenta.

A Rede de Cooperação Técnica é um projeto do MTur em parceria com o Sebrae Nacional e que tem como gestor o Instituto Marca Brasil. O evento começou na quinta-feira (3), com reuniões individualizadas para atendimento aos representantes estaduais dos roteiros.

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