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ANIVERSÁRIO

Belo Horizonte comemora 121 anos!

Lunetas de observação de paisagens estão entre as novas opções para turistas que visitam a capital nacional do pão de queijo

  • Publicado: Quarta, 12 de Dezembro de 2018, 12h30
  • Última atualização em Quarta, 12 de Dezembro de 2018, 14h23

Por Geraldo Gurgel

12.12.2018 bh
Projeto de Niemeyer, Igreja de São Francisco de Assis, na Pampulha, é vista ao nascer do sol. Foto: Pedro Vilela/Banco de Imagens MTur Destinos

Centenária e surpreendente. Aos 121 anos, Belo Horizonte pode ser considerada uma cidade jovem entre as históricas, barrocas e coloniais Diamantina, Ouro Preto e Congonhas, todas patrimônio mundial da Unesco. O diferencial de BH para outras capitais é o planejamento da cidade e a modernidade marcada pelos estilos neoclássico, neoromântico e neogótico. E o café com pão de queijo, claro!

Cercada de montanhas, não é por acaso que o antigo Arraial de CurraL del Rei ganhou o nome de Belo Horizonte, ao substituir a antiga capital, Vila Rica – hoje Ouro Preto. Os parques e mirantes da cidade oferecem paisagens deslumbrantes, especialmente ao entardecer.

À mistura da arquitetura de uma cidade grande, junta-se o jeito interiorano do mineiro – tão presente na cultura dos botecos e bares da Savassi e no Mercado Central de Beagá, repleto de delícias da culinária mineira. Esses e outros atrativos já podem ser observados pelo turista a partir de lunetas instaladas no alto do Mirante da Rua Sapucaí, no bairro Floresta, e no Mirante do Parque Mangabeiras, que oferece uma das mais belas vistas da cidade.

O Conjunto Moderno da Pampulha, assinado por Oscar Niemeyer, Roberto Burle Marx e Cândido Portinari também é patrimônio cultural da humanidade. O título da Unesco abrange os jardins e a Igreja São Francisco de Assis, o Museu de Arte da Pampulha, a Casa do Baile e o Iate Tênis Clube, construídos entre 1942 e 1943, além do espelho d’água, da orla de 18 km da Pampulha e das praças Dino Barbieri e Alberto Dalva Simão, ambas projetadas por Burle Marx. No entorno da Pampulha, ficam o Ginásio Mineirinho e o Estádio Mineirão, o Parque Ecológico da Pampulha e a Universidade Federal de Minas Gerais. Um passeio imperdível para um final de tarde.

Outro passeio tradicional na capital dos mineiros é o Circuito Liberdade. O corredor cultura fica no Centro Histórico, no entorno da Praça da Liberdade. O local do antigo arraial que originou a cidade abriga 16 instituições, entre museus, centros de cultura e de formação – como o Hub Minas Digital, o Centro Cultural Banco do Brasil, o Museu Mineiro e a Feira de Artesanato.

INHOTIM – Nos arredores de Belo Horizonte são muitos os atrativos naturais e cidades históricas dos ciclos do ouro e do diamante. O Instituto Inhotim, em Brumadinho, a 55 km de BH, é um dos maiores museus de arte contemporânea a céu aberto do mundo. O local atrai milhares de visitantes diariamente. As exposições, instalações e obras de artes ficam espalhadas em um jardim botânico. O visitante vai precisar de pelo menos dois dias para visitar completamente o espaço, o que pode ser feito em uma viagem de fim de semana.

Edição: Vanessa Sampaio

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